Ainda não conheço na biografia
jurídica casos que envolvam questões relacionadas a categoria de taxistas, isto
é, profissionais denominados "defensores", os quais, sem nenhuma
garantia são chamados para trabalharem para os detentores da concessão
municipal, também conhecidos como proprietários de placas, que por sua vez,
apenas um é dono de vários carros ou várias placas, sendo esses os
privilegiados de um sistema que é omisso ou promotor da exploração, pelo
trabalho, dos anteriormente citados, "defensores". Tenho em mãos a Lei que consta o reconhecimento, pela Presidente Dilma, da profissão dos
Taxistas. Muito embora superficial mas,
a gente entende que sendo uma categoria reconhecida com todos os direitos
trabalhistas, seria necessária a fiscalização para que a dita Lei fosse
efetivamente respeitada. Portanto não é. Os profissionais são chamados para
trabalhar para os proprietários que escravizam seus defensores com jornadas
superiores até a 24 horas, são obrigados a atender passageiros indicados pelos
seus patrões, a correrem e depois se responsabilizarem pelas multas que surgem
por conseqüência e, o pior de tudo isso é que quando sentem que esse defensor
está dando pouco retorno ($) ou se estes "proprietários" conhecerem algum outro aventureiro que lhes dêem
um retorno maior, não importando a forma, simplesmente tiram um defensor e
trocam pelo outro sem qualquer explicação ou justificativa. Aconteceu comigo e
ainda descontei seguro para o "patrão" e, quando ouve um pequeno acidente de transito fui obrigado a pagar mais de 10 salários mínimos para o reparo da avaria de um carro que eu já pagava o dito "seguro". Acho que, se preciso for, estou disposto a colaborar para um basta. Entretanto,
se houver algum profissional trabalhista interessado e com um senso de justiça
altamente apurado para ouvir e conhecer mais sobre a escravidão que ainda
existe nos dias de hoje sobre uma classe operária, estou á disposição e lhes
serei muito grato por isto.
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